Em destaque

O que você sabe sobre economia?

Quantas vezes você já ouviu falar sobre aumentos/cortes na Selic na televisão? E a projeção do PIB e da Inflação, que tanto escutamos e detestamos, sabem realmente o que é?

“Muitas coisas não ousamos empreender por parecerem difíceis; entretanto, são difíceis porque não ousamos empreendê-las”.

—Sêneca.

O objetivo do blog é descomplicar e explicar o economês para as pessoas que pouco possuem ou não possuem entendimento da área econômica. É extremamente necessário que tenhamos conhecimento dos termos e da linguagem para começar a entender a vida e o mercado a nossa volta, procurando se proteger deles e ao mesmo tempo ganhar vantagem com eles.

Vamos explicar de uma maneira simples os termos técnicos utilizados nas notícias de mercado e na área econômica do dia-a-dia e contextualizar isso para o nosso cotidiano. Quero que você, a partir de hoje, entenda como funciona e fique atento nas notícias e informações do mercado no Brasil e no mundo.

economia é hoje um tema central para a sociedade. Justamente por ser tão importante, ela não pode ser banalizada ou negligenciada. É preciso compreendê-la na sua essência. É claro que entender de economia de uma forma geral é extremamente importante. No próximo post vou explicar e contextualizar duas grandes áreas da economia: Microeconomia e Macroeconomia. Então vamos juntos nessa?!

Black Friday de Verdade cria selo para mostrar de descontos são reais em tempo real

De acordo com a e-commerce/Ebit, cerca de 70% dos consumidores brasileiros já compraram durante a Black Friday. Mesmo assim, ainda há uma certa desconfiança com relação a credibilidade, já que muitos consumidores ainda não acreditam que ela ofereça descontos e condições diferenciadas, não vistas em outras épocas do ano.

Com o objetivo de difundir boas práticas entre os varejistas e ajudar o consumidor a comprar bem, o site Black Friday de Verdade lançou o “Compromisso Black Friday de Verdade”, onde todas as lojas podem aderir. Assim, as lojas se comprometem a oferecer descontos reais uma relação transparente com o consumidor. Com isso, recebem um selo exclusivo, onde os consumidores poderão analisar a os descontos e promoções em tempo real.

O selo estará exposto nas lojas virtuais que solicitarem a adesão e terão um link para o consumidor avaliar as ofertas. O consumidor terá que explicar porque avalia aquela oferta de maneira negativa a loja. A equipe de ouvidoria da loja online deverá, por sua vez, realizar uma auditoria para evitar fraudes e melhorar o resultado.

O site Black Friday de Verdade

A Black Friday de Verdade surgiu em 2014 para ajudar os consumidores brasileiros a encontrarem as melhores condições de compra na Black Friday. Tem procurado incentivar e reconhecer as melhores práticas e relações de transparência entre consumidores e empresas, tais como o Prêmio Black Friday de Verdade, o Termo de Compromisso Black Friday de Verdade e a Extensão para Google Chrome Black Friday de Verdade

Você conhece a história por trás dessa loucura chamada Black Friday?

A Black Friday é sempre um dia de tumulto desde 1960

Como sempre acontece todos os anos, o mundo da internet está em polvoroso na segunda metade de novembro. Não há outro motivo que não seja a tão famosa Black Friday, a sexta-feira logo depois do feriado mais famoso dos “States”: O Dia de Ação de Graças, onde milhares de lojas norte americanas fazem diversas promoções e queimas de estoque com os produtos mais desejados dos estadunidenses.  

O crescimento do comércio digital nos últimos tempos fez com que a data tipicamente norte americana ganhasse força também em outros países do mundo. Até mesmo, desde 2010, empresas brasileiras têm entrado nessa onda de superofertas, atraindo consumidores que nem sequer conheciam o tão famoso “feriado”. 

Mas, pessoal, vocês por acaso conhecem a origem e a história dessa data? Claro que é o máximo poder comprar todos os eletrônicos, smartphones e notebooks que sempre sonhamos pela metade do preço, mas não nos fará mal nenhum conhecer um pouco dessa tradição, onde ela nasceu e porque é tão popular nos EUA e no resto do mundo. Então, vamos entender um pouco como começou toda essa farra de compras? 

O Passado é um tanto quanto confuso 

As origens da Black Friday na Filadélfia em 1960

A origem por trás da Black Friday é um pouco cinzenta e confusa pois não há, oficialmente, um marco inicial ou uma data certa. Dizem as más línguas que a “Sexta-feira Negra” surgiu após duas grandes instituições financeiras americanas, no final do século XIX, quebrarem no mesmo dia durante a corrida do ouro, coincidentemente, numa sexta-feira, claro.  

Para o linguista estadunidense Benjamin Zimmer, a Black Friday foi um termo utilizado para retratar diversos tipos de desastres. Para ele, o termo Black Friday foi utilizado nos anos 90, na Filadélfia, quando a polícia local chamava de Black Friday o dia seguinte ao feriado de Ação de Graças (embora isso não seja comprovado). Havia sempre milhares de pessoas e congestionamentos enormes, já que era a abertura da temporada de compras para o Natal. Ao mesmo tempo que isso era a maior dor de cabeças para os agentes da lei, por outro lado, era a felicidade dos varejistas, que faziam diversas promoções para atrair as pessoas. 

O termo já foi associado com a crise financeira que atingiu os EUA em 1869, quando o pânico do ouro, na sexta-feira negra de 24 de setembro dquele ano, foi causado pelos esforços de dois investidores, Jay Gould e seu parceiro James Fisk, também chamado de anel de ouro, para dominar o mercado de ouro  e estabelecer os preços na Bolsa de Nova York. O escândalo ocorreu durante a Presidência de Ulysses S. Grant, cuja política era vender ouro do Tesouro em intervalos semanais para quitar a dívida nacional, estabilizar o dólar e impulsionar a economia. O país passou por tremenda agitação durante a Guerra Civil e ainda não estava totalmente recuperado socioeconomicamente.  

Também passou a ser usado em 1966 por milhares de pessoas em todo o mundo, mas somente se popularizou em 1975, quando o uso do termo passou a ser conhecido por meio de publicações de jornais, divulgando-se a época de conforto financeiro para os milhares de lojistas do país. Alguns anos depois, a Black Friday foi o nome usado pelos varejistas para indicar o período de maior faturamento e desde então é a data mais agitada do varejo nos EUA.   

Black ou Big Friday? 

O congestionamento na sexta-feira negra de 1960, na Filadélfia

Na mesma Filadélfia, ano após ano, os policiais ficavam frustrados com todo aquele caos no tráfego e loucura, causado naquele dia, e começaram a se referir à data como Black Friday, de um modo um tanto negativo. Porém, os lojistas não gostaram nada de serem associados ao trânsito caótico, à poluição e a toda aquela agitação popular de maneira negativa. Eles, então, decidiram realocar o termo para “Big Friday” (A Grande Sexta-feira).  

Com o tempo os lojistas conseguiram dar uma interpretação positiva ao termo que se referia às lojas voltarem a operar no “azul”, ou seja, voltarem a ter lucros. Então, a Black Friday passou a ser sinônimo de lucro e dinheiro em caixa para futuros investimentos.  é bem verdade, por outro lado, que o período das festas de fim de ano corresponde ao maior porcentagem de gastos de consumo do ano inteiro. 

A Black Friday de 2018 superou as expectativas 

Na quinta e sexta-feira, o faturamento total da Black Friday 2018, entre e-commerce e lojas físicas, foi de R$3,44 bilhões de reais, um aumento de 19,7% em relação ao faturamento de 2017. Além disso, o número de pedidos cresceu 13%, pouco mais de 5,3 milhões. Considerando apenas as vendas online, o aumento foi de 23%, se comparado a 2017, com um faturamento R$2,6 bilhões.

Ano passado, o fim de semana pós Black Friday também foi muito positivo para o e-commerce brasileiro. De acordo com a Ebit( empresa que mede a reputação das lojas virtuais por meio de pesquisas com consumidores reais), o comércio online faturou, no sábado e domingo, R$ 950 milhões de reais.  Comparando com 2017, o valor representa um aumento de 30,4%. Somando os dados de vendas de quinta a domingo, em 2018, o faturamento final do e-commerce ultrapassou os R$ 3,55 bilhões de reais, um aumento de 25% em relação ao mesmo período de 2017. A Ebit acredita que o bom resultado não é devido apenas a qualidade dos produtos, das estratégias de vendas, da tecnologia empregada e força humana das lojas mas, também, por parte dos consumidores, uma melhoria considerável na conectividade, a influência das redes sociais e uma maior confiança dos potenciais compradores na veracidade dos descontos oferecidos.

Dados da Ebit

Mas o que é a Black Friday no Brasil? 

A Black Friday consolidou-se em nosso país em 2011, principalmente no mercado das lojas virtuais, os e-commercesNo Brasil, a loucura começou com os consumidores animados com a vinda da Black Friday ao nosso país quando, de fato, surgiu uma enorme capacidade de se oferecer descontos agressivos e não vistos em outras épocas do ano. 

Após cair nas graças do povo brasileiro, a Black Friday passou por um período de desconfiança, onde foi questionada sobre a veracidade dos seus descontos. Mas fiquem tranquilos, pois o sucesso do comércio digital é cada vez maior a cada ano, tendo em conta o grande aumento no número de pedidos. Só para se ter uma ideia, em 2018, segundo dados da Ebit, foram mais 4,2 milhões de pedidos online, mais de 13% que o registrado em 2017. O número de consumidores também foi maior cerca de 9%, com mais de 2,4 milhões de pessoas que compraram utilizando os e-commerces.

PODCAST: Dicas para economizar dinheiro nas compras nessa black Friday

Entrevista como economista Ricardo Coimbra sobre a Black Friday 2019

Setor da Construção Civil atinge maior valor de mercado da história no mês de novembro

O ramo da construção civil brasileiro atingiu o maior valor nominal (aquele que não sofre ajustes pela inflação) de mercado no último dia 21 de novembro, chegando a R$42,4 bilhões, um aumento de 167,85% em relação ao mesmo período registrado no ano passado, segundo dados da Economatica.

Dentre as empresas que compõem o segmento, destaque para a Cyrela(CYRE3) é a de maior valor de mercado, com R$10,5 bilhões e em segundo lugar a Eztec(EZTEC3), com R$9,97 milhões, segundo dados da Economatica

https://moneytimes.com.br/veja-as-construtoras-que-lideram-o-atual-recorde-do-setor-na-bolsa/

A valorização reflete uma melhora que impacta bastante a economia brasileira. Apenas a receita líquida das empresas no terceiro trimestre foi de R$4,2 bilhões, o que supera os R$4 bilhões do pelo quarto trimestre seguido. A barreira dos R$4 bilhões não era superada desde dezembro de 2015.

INFOMONEY: “Dólar abaixo de R$ 4 é alívio temporário ou nova realidade”?

Saída de capital externo com cortes na Selic deve ser equilibrada com leilão do pré-sal e agenda de privatizações e concessões, segundo especialistas

Após atingir R$ 4,19 no mês passado — a maior cotação no ano —, o dólar voltou a cair nos últimos dias e fechou no início desta semana abaixo dos R$ 4, o que não era visto desde agosto.

O desempenho da moeda teve respaldo na aprovação da reforma da Previdência, que, embora já fosse esperada, renovou a expectativa dos investidores de que o governo conseguirá destravar sua agenda econômica, essencial para a retomada do crescimento.

Mesmo com o tombo recente, a cotação do dólar ainda está acima do patamar considerado justo por especialistas ouvidos pelo InfoMoney — entre R$ 3,50 e R$ 3,80.

A expectativa é que a moeda caminhe para essa faixa de preço no médio prazo (12 meses), mas a pressão de curto prazo ainda vai continuar.

Quando se fala em dólar/real/euro etc., na verdade, está se falando em taxa de câmbio. Mas o que é isso???

A taxa de câmbio é o valor da moeda de um país em relação ao valor da moeda de outro país. Por exemplo, digamos que 1 dólar (US$) seja capaz de comprar 3,50 reais (R$). A taxa de câmbio é então de R$ 3,50/US$ 1.

No Brasil, normalmente utilizamos a definição de câmbio como o preço da moeda estrangeira em relação à moeda nacional. Por exemplo, no caso da moeda americana, o câmbio é medido em real por dólar – nos diz quantos reais são necessários para comprar um dólar. Isso implica que, quando a taxa de câmbio sobe – por exemplo de 3,50 para 3,60 –, dizemos que há uma depreciação(leia-se desvalorização) do Real em relação ao Dólar (ou seja, são necessários mais quantidade da moeda brasileira para comprar a moeda americana). E quando a taxa de câmbio diminui, daí há uma apreciação(valorização) do real frente ao dólar.

Para ilustrar melhor esse conceito para vocês, compartilho um vídeo bem didático e animado do site Por Quê? Economês em bom português:

“O principal motivador dessa pressão é o fluxo [entrada e saída de dólares do país”, diz Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES e ex-ministro das Comunicações.

“Havia muito capital estrangeiro especulativo no Brasil quando os juros eram altos. Hoje, com a Selic em seu menor patamar histórico, os gringos estão desfazendo suas posições por aqui porque já não vale mais a pena o risco.”

As saídas de dólares superaram as entradas em US$ 6,224 bilhões em outubro até o dia 18, segundo o Banco Central. No ano, o saldo do fluxo cambial é negativo em 19,195 bilhões.

Na visão de Mendonça de Barros, é esperado um ajuste no fluxo em novembro, após o leilão do pré-sal. “Boa parte dos pagamentos serão feitos por empresas estrangeiras, que vão trocar seus dólares por reais.”

Esses “novos dólares” são melhores para o país do que o capital especulativo que havia antes porque são menos voláteis.

“O processo de desalavancagem não é ruim. Os estrangeiros chegaram a deter 22% da dívida pública local. Hoje, detêm 12%”, diz Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do Banco Central e fundador da gestora de recursos Mauá Capital.

Ele avalia que a pressão no câmbio pela saída de capital estrangeiro é temporária e concorda que o leilão do pré-sal, assim como a agenda de privatizações e concessões, deve reequilibrar o fluxo cambial no médio prazo.

“A nossa visão é de que o câmbio fique mais próximo de R$ 3,50 do que acima de R$ 4 nos próximos 12 meses”, afirma.

Cenário externo

Enquanto a perspectiva interna é favorável à manutenção do dólar abaixo de R$ 4, o cenário externo também se mostra positivo ao câmbio.

Para Ricardo Kazan, gestor e sócio da Novus Capital, a recompra de títulos públicos pelo Federal Reserve, o banco central americano, colabora para o alívio na cotação da moeda.

“O Fed tem recomprado US$ 60 bilhões por mês em Treasuries. Não é um programa do tamanho do Quantitative Easing [adotado para conter os efeitos da crise de 2008], mas injeta liquidez no mercado e é o suficiente para ajudar o dólar a recuar contra outras moedas.”

A proximidade do fim do ciclo de corte de juros nos Estados Unidos é outro fator positivo para o câmbio, na visão de José Faria Júnior, diretor da Wagner Investimentos.

Para a reunião desta semana, é praticamente dado um novo corte na Fed Funds Rate de 0,25 ponto percentual, para um intervalo de 1,5% a 1,75% ao ano. “A partir disso, o Fomc deve indicar uma pausa no movimento [de corte de juros]”, avalia Faria Júnior.

Uma queda nos juros dos EUA reduz o rendimento dos títulos públicos daquele país, que são considerados o investimento mais seguro do mundo.

Isso faz com que os investidores estrangeiros busquem aplicações em mercados de maior risco, como o Brasil, com juros maiores — ainda que estejam em um patamar bem menor do que o visto anos atrás.

Fonte: INFOMONEY

Matéria original(editada) e fontes: https://www.infomoney.com.br/mercados/dolar-abaixo-de-r-4-e-alivio-temporario-ou-nova-realidade/ ; Link do video do Porquê?: https://porque.com.br/por-que-o-preco-do-dolar-sobe-e-desce

O que é Microeconomia e Macroeconomia?

A Microeconomia compreende o estudo do comportamento econômico de cada indivíduo particular na sociedade, ignorando o conjunto geral da economia, focando apenas nos mercados específicos e nas ações específicas de produtores e consumidores. A microeconomia é a maneira de estudo da economia que observa as relações individuais da economia. A microeconomia trata dos processos de oferta e demanda, dos empresários, dos compradores e da distribuição de riqueza em pequenos ambientes, sem envolver as questões geopolíticas ou técnicas que são observadas no processo de estudo da Macroeconomia.

A microeconomia tem por definição uma visão de relação entre consumidores e vendedores, especificamente. Ela observa os preços, os valores e as relações de valor serão estudadas, por exemplo. O estudo microeconômico geralmente será relacionado à lei de oferta e demanda, teoria básica da economia moderna. Essas observações e as teorias que envolvem toda essa conceituação da economia em pequenos ambientes são chamados de estudos microeconômicos.

Macroeconomia é uma área de estudo das Ciências Econômicas, responsável por analisar fatores do sistema econômico de determinada região ou país. A análise feita pela macroeconomia é global, desconsiderando as particularidades ou os comportamentos individuais. O prefixo grego macro é relativo a tudo o que é grande, largo e amplo.

Os principais objetivos dos estudos macroeconômicos são: o desenvolvimento do crescimento econômico, a geração de empregos, a redução da inflação, a construção de um comércio internacional vantajoso e a estabilização dos preços.

Entre os pontos que são estudados pela macroeconomia está a renda e produtos produzidos por um território (Produto Interno Bruto – PIB), assim como os níveis de preços, emprego e desemprego, a taxa de câmbio e juros, a moeda, entre outros fatores. Logo abaixo um quadro explicando as diferenças cruciais entre ambas.

Esse vídeo do site porque.com.br. explica de modo bem simples as diferenças entre essas duas grandes seções da área econômica

Introduce Yourself (Example Post)

This is an example post, originally published as part of Blogging University. Enroll in one of our ten programs, and start your blog right.

You’re going to publish a post today. Don’t worry about how your blog looks. Don’t worry if you haven’t given it a name yet, or you’re feeling overwhelmed. Just click the “New Post” button, and tell us why you’re here.

Why do this?

  • Because it gives new readers context. What are you about? Why should they read your blog?
  • Because it will help you focus you own ideas about your blog and what you’d like to do with it.

The post can be short or long, a personal intro to your life or a bloggy mission statement, a manifesto for the future or a simple outline of your the types of things you hope to publish.

To help you get started, here are a few questions:

  • Why are you blogging publicly, rather than keeping a personal journal?
  • What topics do you think you’ll write about?
  • Who would you love to connect with via your blog?
  • If you blog successfully throughout the next year, what would you hope to have accomplished?

You’re not locked into any of this; one of the wonderful things about blogs is how they constantly evolve as we learn, grow, and interact with one another — but it’s good to know where and why you started, and articulating your goals may just give you a few other post ideas.

Can’t think how to get started? Just write the first thing that pops into your head. Anne Lamott, author of a book on writing we love, says that you need to give yourself permission to write a “crappy first draft”. Anne makes a great point — just start writing, and worry about editing it later.

When you’re ready to publish, give your post three to five tags that describe your blog’s focus — writing, photography, fiction, parenting, food, cars, movies, sports, whatever. These tags will help others who care about your topics find you in the Reader. Make sure one of the tags is “zerotohero,” so other new bloggers can find you, too.

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora